segunda-feira, 1 de abril de 2013

Regresso a casa


5 comentários:

  1. Alguém fica mal disposto de ter de carregar o carro?
    Cá em casa (4 filhos e 2 pais) o Pai fica sempre de trombas depois de carregar o carro.
    "Porquê tantos sacos"?

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  2. Um conselho(se calhar nem é preciso).
    Sempre que faça viagens em familia e ao chegar a casa fique em pânico só de pensar no número de "viagens" que tem de fazer para levar tudo para casa.
    Não ponha, faça todas as que achar necessárias e fique sempre com uma mão livre.
    Não cometa o mesmo erro que eu cometi ontem à noite e resolvi armar-me em Super Homem. Os sacos com prendas na mão esquerda, a planta gentilmente oferecida à minha esposa encavalitada por cima dos sacos e a mão direita a segurar o "pirex" com aquele doce, que eu imagino estivesse delicioso. Eis senão quando ao meio das escadas descobri, que tinha falta de mãos. Não para auxiliar ninguém em especifico. Apenas a mim em particular. E pronto tive um encontro imediato de terceiro (de)grau. Duas horas de espera depois (na urgência do hospital), um nariz oficialmente fraturado e de fazer inveja ao Mike Tyson depois de um combate renhido, diz a Catarina de 3 anos, com um poder de observação digno de um Sherlock Holmes de tenra idade. "O pai, porque não trouxes-te menos coisas e ias lá baixo outra vez" - Tão elementar, que eu nem tive resposta para lhe dar.
    Fiquei a achar que ela me consideraria mais "heroi", se eu não me tivesse armado em Super Homem mas ao menos tivesse o nariz em "estado original".
    E porque eu sou "tuga", e os "tugas" descobrem sempre algo de bom, mesmo quando parece que levaram nas "fuças" como gente grande, a Catarina ontem não quiz ir dormir sem o Pai, nem fazer um quantidade infindável de festinhas na cara do pai e perguntar "Ainda doi muito pai?"

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  3. Faz-me lembrar as viagens que a minha família fazia ao Porto para passar as férias. Como naquela altura não havia hipermercados em Bragança e as coisas eram muito mais caras do que no Porto, aproveitava-se para ir ao continente de Matosinhos fazer as compras. Então no regresso lá vinha o velhinho Triumph cheio que nem um ovo, não só na mala mas também dentro do carro onde eu e o meu irmão tínhamos o nosso cantinho livre para nos sentarmos e pouco mais. Mas se isto parece pouco ainda trazíamos um atrelado onde vinha o Pinóquio, o nosso cão Serra da Estrela, que tinha o seu cantinho para se deitar e pouco mais porque à volta trazia ainda mais compras. O problema maior não era "desempacotar" o carro mas sim “empacotar”, mas por arte de magia ou lá por que arte era os meus pais lá conseguiam meter tudo dentro.
    Gosto muito de ler o vosso blogue, parabéns e abraços transmontanos.

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